Sentado em um puff verde limão, observando a massa de pessoas dançando. Estava ouvindo Arctic Monkeys, Fluorescent Adolescent pra ser mais exato, não era o que tocava no ambiente. O som saía de um fone, mais precisamente de uma aparelho de mp3. Balançava a cabeça entediado. Olhou em volta. Olhou mais uma vez. Sugeriu para que fossem pra outro lugar. As outras pessoas assentiram. Deslocaram-se pra augusta. Santa Augusta. Moedas era o que tinham, moedas que não somavam a 5 reais, que mais tarde serviria para comprar 2 coxinhas frias para 3 pessoas. O esoque de cigarros já havia se esgotado.
Entraram num boteco qualquer. A euforia já estava longe a este momento. O relógio batia 3 e alguma coisa da madrugada. A empolgação das pessoas lá fora era grande, mas não chegou a contagiar. Cansado, encostou a cabeça na mesa do bar. Ali dormiu. Num boteco qualquer na rua Augusta. Ouvindo barulhos quaisquer. E sentindo o movimento de estranhos quaisquer. Uma noite qualquer.
30 de mar. de 2009
25 de mar. de 2009
Cê é emo, mano?
É engraçado como o jovem tem a necessidade de se sentir parte de um grupo. No caso das grandes cidades, as tribos. Elas ocupam toda a parte, na sua grande diversidade de estilos. Tribos são caracterizadas por grupos com gostos em comum. E a cada dois ou três anos elas vão mudando de acordo com a "tebdência". O Brasil é atrasado. Nos Estados Unidos por exemplo, os emos já davam as caras muito antes de chegarem em terras tupiniquins. No Japão os hypes já existiam muito antes daqui. Em Paris os fashionistas dominavam as ruas.Enfim...fato é que essas modas pegam e incorporam na cultura de tal forma que as pessoas sempre tentam rotular umas as outras. O que de certa forma me irrita. "Você é o que?" Me pergunta uma colega de trabalho. "Nada, sou o Vinícius e vocÊ?" - Ela me olha e ri, é que você parece emo - ela me responde.
O "Movimento Emo" já passou. Isso é coisa de anos e anos atrás. Mal sabem eles que a tendência (maldita tendência) mudou. Eu particularmente, não suporto quando me perguntam: você é emo né? - Sou, igualzinho a puta da sua mãe.
Outra coisa que eu detesto é quando me rotulam de 'roqueiro'. Ok, tendo piercings é roqueiro. Opa, interessante regra. Uma pessoa com cara lotada de piercings e que não escuta rock é roqueiro, de acordo com esse tipinho.
Certa vez eu estava trabalhando, e me entra um cliente peruano. Aparentemente membro de alguma banda de rock. Ele me olha e aponta pro nariz dele, enquanto me pergunta: Você escuta rock? (com um sotaque insuportável). Eu falo: Não só. Juro que não entendi a relação do piercing com rock. Sendo que já vi piriguetes e pattys com piercing no septo. Uma coisa de louco.
Prezo muito pela minha individualidade. No meu mp3 tem músicas desde pop romântico e grudento até o indie rock mais barulhento. Isso não caracteriza nenhum rótulo. Não digo que sou eclético, porque é mais fácil eu dizer o que gosto do que dizer o que não gosto.
Bom...pra concluir isso: Emo de cu é rola.
Sou esquisitão mesmo, com minhas tatuagens nonsenses, com meus piercings espalhados aleatóriamente na cara, com minhas calças apertadas, com as minhas camisetas estranhas e tudo estranho. Há! E eu gosto de mim assim. E digo mais, quando eu era menor eu me via exatamente do jeito que eu sou. E eu gosto disso. Viva a diversidade!
O "Movimento Emo" já passou. Isso é coisa de anos e anos atrás. Mal sabem eles que a tendência (maldita tendência) mudou. Eu particularmente, não suporto quando me perguntam: você é emo né? - Sou, igualzinho a puta da sua mãe.
Outra coisa que eu detesto é quando me rotulam de 'roqueiro'. Ok, tendo piercings é roqueiro. Opa, interessante regra. Uma pessoa com cara lotada de piercings e que não escuta rock é roqueiro, de acordo com esse tipinho.
Certa vez eu estava trabalhando, e me entra um cliente peruano. Aparentemente membro de alguma banda de rock. Ele me olha e aponta pro nariz dele, enquanto me pergunta: Você escuta rock? (com um sotaque insuportável). Eu falo: Não só. Juro que não entendi a relação do piercing com rock. Sendo que já vi piriguetes e pattys com piercing no septo. Uma coisa de louco.
Prezo muito pela minha individualidade. No meu mp3 tem músicas desde pop romântico e grudento até o indie rock mais barulhento. Isso não caracteriza nenhum rótulo. Não digo que sou eclético, porque é mais fácil eu dizer o que gosto do que dizer o que não gosto.
Bom...pra concluir isso: Emo de cu é rola.
Sou esquisitão mesmo, com minhas tatuagens nonsenses, com meus piercings espalhados aleatóriamente na cara, com minhas calças apertadas, com as minhas camisetas estranhas e tudo estranho. Há! E eu gosto de mim assim. E digo mais, quando eu era menor eu me via exatamente do jeito que eu sou. E eu gosto disso. Viva a diversidade!
18 de mar. de 2009
Art Bitch*
Acordou cedo. Levemente excitado.
Percebeu que estava só naquela casa vazia. O pensamento correu até o armário onde existem alguns escapes. Escapes para dias de carência e perversão. Não necessariamente juntos. Escapes repletos de pele, gemidos e urros de prazer.
Sem pensar, abriu o guarda roupa e deparou-se com uma dezena deles. Todos sem embalagem.
Colocou um deles aleatório no aparelho de DVD. E o que se segue são gritos, homens e mulheres ensandecidos e em busca de um prazer que não existe no 'mundo real'. Olho atentamente ao televisor ligado, e o que tenho a impressão de ver é uma massa de gente. Um borrão cor de pele invandindo o monitor como se fosse uma coisa só. Não se sabe onde começa um ser, ou onde termina outro elemento. Aquilo não necessariamente causa coisas. Na maioria das vezes o que se percebe é o vazio. O vazio incessante. Uma coisa sem amor.
Um metendo na outra, que chupa outro, que está sendo bolinada por uma outra, que está sendo - ao mesmo tempo - masturbada por outra. Enfim um circo depravado. Literalmente. Eles nada mais são do que artistas circenses, existem para entreter outros. Como se fossem palhaços mesmo.
Claro que existe um roteiro pré-programado.
Bolinação, Oral, Vaginal, Anal, Oral de novo, Orgasmo, Ejaculação.
Fato este último, bizarro.
A guria agachada sedenta por jatos de um líquido branco, fazendo um vai-e-vem com a língua de uma forma extremamente pornográfica. As vezes chega a ser notável o nojo da fêmea, quando escorre o tal líquido em seus rostos suados, que elas fazem questão de esconder o nojo e fingir um prazer falso.
Enfim....uma putaria só. Literalmente.
Alguém precisa urgentemente mudar e inovar os filmes pornôs. Eles não são de todo inúteis.
...
Acho que vou ser pornógrafo quando eu crescer.
Percebeu que estava só naquela casa vazia. O pensamento correu até o armário onde existem alguns escapes. Escapes para dias de carência e perversão. Não necessariamente juntos. Escapes repletos de pele, gemidos e urros de prazer.
Sem pensar, abriu o guarda roupa e deparou-se com uma dezena deles. Todos sem embalagem.
Colocou um deles aleatório no aparelho de DVD. E o que se segue são gritos, homens e mulheres ensandecidos e em busca de um prazer que não existe no 'mundo real'. Olho atentamente ao televisor ligado, e o que tenho a impressão de ver é uma massa de gente. Um borrão cor de pele invandindo o monitor como se fosse uma coisa só. Não se sabe onde começa um ser, ou onde termina outro elemento. Aquilo não necessariamente causa coisas. Na maioria das vezes o que se percebe é o vazio. O vazio incessante. Uma coisa sem amor.
Um metendo na outra, que chupa outro, que está sendo bolinada por uma outra, que está sendo - ao mesmo tempo - masturbada por outra. Enfim um circo depravado. Literalmente. Eles nada mais são do que artistas circenses, existem para entreter outros. Como se fossem palhaços mesmo.
Claro que existe um roteiro pré-programado.
Bolinação, Oral, Vaginal, Anal, Oral de novo, Orgasmo, Ejaculação.
Fato este último, bizarro.
A guria agachada sedenta por jatos de um líquido branco, fazendo um vai-e-vem com a língua de uma forma extremamente pornográfica. As vezes chega a ser notável o nojo da fêmea, quando escorre o tal líquido em seus rostos suados, que elas fazem questão de esconder o nojo e fingir um prazer falso.
Enfim....uma putaria só. Literalmente.
Alguém precisa urgentemente mudar e inovar os filmes pornôs. Eles não são de todo inúteis.
...
Acho que vou ser pornógrafo quando eu crescer.
17 de mar. de 2009
A volta do que não foi.
A minha volta será num dia marcado. Que é pra dar mais ansiedade.
Será um dia frio.
Eu estarei apressado. Eu sempre vivo apressado, ocupado. Gosto de me sentir mais um na multidão, aquela coisa urbana, à la "ninguém sabe, ninguém viu". Coisa meio cosmopolita, meio Nova York.
Eu estarei num vôo atrasado. Preciso mostrar importância. Jamais uma pessoa importante chega no horário marcado.
Haverão alguns amigos me esperando ansiosamente no saguão do aeroporto, sonolentos, em decorrência da quantidade de horas aguardando arduamente.
Eu estarei calmo. Sereno e com um ótimo auto-controle.
Minha mãe róe as unhas. Meu pai lê um artigo qualquer em uma revista qualquer.
Minha irmã ajeita o cabelo de uma forma compulsiva.
É chegado o momento. Eu entro no saguão.
Completamente diferente e com uma aura diferente. Eu consegui atingir uma coisa que as pessoas costumam rotular de 'Auto-Cotrole'. O meu tão almejado Auto-Controle.
Estou trajando uma camiseta verde musgo, calças pretas de brim, um par de tênis de couro branco (ainda não decidi a marca), eu estarei carregando um casaco pesado marrom, algum livro qualquer de algum escritor russo, um copo de café e um maço de cigarros, eu estarei sem nenhum piercing (piercing é muito adolescente, e eu estou em um nível superior)meu cabelo estará grandinho e um pouco 'propositalmente-bagunçado-pelo-vento-da-pista-do-aeroporto'.
Eu estarei com cara de tédio, e indiferença a todas aquelas pessoas. Eu finjo não me importar com nenhuma delas, nem com nada que tiverem a me dizer.
Eu ouvirei exclamações do tipo: - Nossa, você está ótimo! - seguidos de gritinhos de: - Como você emagreceu!
Eu darei um breve sorriso. Não posso demonstrar muita empolgação. Eu realmente mereci ouvir aquilo e no fundo eu esperava que todos dissessem isso.
Eu continuo andando enquanto uns me seguem e ficam perguntando incessantemente: - Como foram esses anos em Nova York? - Eu respondo: - Foram bons. (Somente)
Caminho lentamente até onde minha mãe está parada, me fitando emocionada. Ela coloca as mãos no meu rosto, a bochecha afundada devido à ausência de alimentação, e diz entre lágrimas: - Meu filho, você está com rosto de doente.
Eu sorrio pra mim mesmo. E por um instante fico feliz. Quero passar a impressão de 'abandono de corpo, minha vida pertence à arte apenas'.
Tipo, foda-se meu corpo. Minha alma é mais importante que essa carcaça velha que carrega meus ossos.
Eu tiro um celular do bolso e digito um número. Passado alguns instantes chega um táxi. Eu me movo vagarosamente até a sua porta. Sem dizer uma só palavra de 'Adeus' ou 'Obrigado' entro no automóvel e fecho a porta.
...
Abro os olhos e vejo apenas o meu teto mofado.
Será um dia frio.
Eu estarei apressado. Eu sempre vivo apressado, ocupado. Gosto de me sentir mais um na multidão, aquela coisa urbana, à la "ninguém sabe, ninguém viu". Coisa meio cosmopolita, meio Nova York.
Eu estarei num vôo atrasado. Preciso mostrar importância. Jamais uma pessoa importante chega no horário marcado.
Haverão alguns amigos me esperando ansiosamente no saguão do aeroporto, sonolentos, em decorrência da quantidade de horas aguardando arduamente.
Eu estarei calmo. Sereno e com um ótimo auto-controle.
Minha mãe róe as unhas. Meu pai lê um artigo qualquer em uma revista qualquer.
Minha irmã ajeita o cabelo de uma forma compulsiva.
É chegado o momento. Eu entro no saguão.
Completamente diferente e com uma aura diferente. Eu consegui atingir uma coisa que as pessoas costumam rotular de 'Auto-Cotrole'. O meu tão almejado Auto-Controle.
Estou trajando uma camiseta verde musgo, calças pretas de brim, um par de tênis de couro branco (ainda não decidi a marca), eu estarei carregando um casaco pesado marrom, algum livro qualquer de algum escritor russo, um copo de café e um maço de cigarros, eu estarei sem nenhum piercing (piercing é muito adolescente, e eu estou em um nível superior)meu cabelo estará grandinho e um pouco 'propositalmente-bagunçado-pelo-vento-da-pista-do-aeroporto'.
Eu estarei com cara de tédio, e indiferença a todas aquelas pessoas. Eu finjo não me importar com nenhuma delas, nem com nada que tiverem a me dizer.
Eu ouvirei exclamações do tipo: - Nossa, você está ótimo! - seguidos de gritinhos de: - Como você emagreceu!
Eu darei um breve sorriso. Não posso demonstrar muita empolgação. Eu realmente mereci ouvir aquilo e no fundo eu esperava que todos dissessem isso.
Eu continuo andando enquanto uns me seguem e ficam perguntando incessantemente: - Como foram esses anos em Nova York? - Eu respondo: - Foram bons. (Somente)
Caminho lentamente até onde minha mãe está parada, me fitando emocionada. Ela coloca as mãos no meu rosto, a bochecha afundada devido à ausência de alimentação, e diz entre lágrimas: - Meu filho, você está com rosto de doente.
Eu sorrio pra mim mesmo. E por um instante fico feliz. Quero passar a impressão de 'abandono de corpo, minha vida pertence à arte apenas'.
Tipo, foda-se meu corpo. Minha alma é mais importante que essa carcaça velha que carrega meus ossos.
Eu tiro um celular do bolso e digito um número. Passado alguns instantes chega um táxi. Eu me movo vagarosamente até a sua porta. Sem dizer uma só palavra de 'Adeus' ou 'Obrigado' entro no automóvel e fecho a porta.
...
Abro os olhos e vejo apenas o meu teto mofado.
13 de mar. de 2009
Chatices e Sandices.
Sentado numa lanchonete qualquer,fumando e observando minha fumaça se espalhar pelo vento e esperando o meu super X-salada, com fritas e suco natural de laranja. (com açúcar)
Quando um casal entrando me chamou a atenção. Ela, uns 20 e pouquinhos anos. Ele, provavelmente na mesma faixa de idade da moçoila. Provavelmente funcionários de alguma empresa podre da república. Eles se sentam (ela com cara de minhoca, sim minhocas possuem caras) e rapidamente pedem o cardápio. Verificam cuidadosamente cada item e ela pede em voz alta um beirute de frango. Ele peixe com purê (sim, eu presto atenção nos outros). Passado alguns segundos o garçom retorna, e gentilmente informa à guriazinha que não tem mais pão sírio. Ela até então sorridente, fecha a cara e torce o bico. O namorado dela fica sem jeito. O garçom fica ainda mais sem jeito. Quando inesperadamente ela abre a boca e diz: - Traga outro peixe, então (caralho!). Não, ela não disse isso. Mas aposto que pensou.
...
O garçom retorna pacientemente e coloca o prato na frente da garota, ela sem dizer nenhuma palavra começa a limpar compulsivamente todos os talheres com o guardanapo. E depois limpa o prato, para então começar a comer.
Come tudo sem dizer uma só palavra, o namorado tenta puxar assunto. Mas é em vão.
E depois chegou meu lanche e eu fiquei ocupado demais comendo, que perdi o fio da meada.
Meu, isso foi tão...eu.
Eu costumo ser chato. Mas assim, foi uma ceninha ridícula que eu poderia ter passado sem. Nem o garçom, nem o namorado dela tinham culpa de não possuirem o tal pão das arábias (oh!).
Aff...como as pessoas aguentam? Como as pessoas aguentam a mim??
Oh Jesus Christ!
Mudando de asunto.
Hoje é sexta-a!
Não completamente sexta, mas ainda assim sexta (é que eu trabalho de sábado).
Amanhã é dia de farrear.
Logo, provavelmente segunda eu virá com alguma história cabulosa.
Refletindo: Caralho, será que alguém já ficou assim, revoltadinho com alguma sandice minha?
Quando um casal entrando me chamou a atenção. Ela, uns 20 e pouquinhos anos. Ele, provavelmente na mesma faixa de idade da moçoila. Provavelmente funcionários de alguma empresa podre da república. Eles se sentam (ela com cara de minhoca, sim minhocas possuem caras) e rapidamente pedem o cardápio. Verificam cuidadosamente cada item e ela pede em voz alta um beirute de frango. Ele peixe com purê (sim, eu presto atenção nos outros). Passado alguns segundos o garçom retorna, e gentilmente informa à guriazinha que não tem mais pão sírio. Ela até então sorridente, fecha a cara e torce o bico. O namorado dela fica sem jeito. O garçom fica ainda mais sem jeito. Quando inesperadamente ela abre a boca e diz: - Traga outro peixe, então (caralho!). Não, ela não disse isso. Mas aposto que pensou.
...
O garçom retorna pacientemente e coloca o prato na frente da garota, ela sem dizer nenhuma palavra começa a limpar compulsivamente todos os talheres com o guardanapo. E depois limpa o prato, para então começar a comer.
Come tudo sem dizer uma só palavra, o namorado tenta puxar assunto. Mas é em vão.
E depois chegou meu lanche e eu fiquei ocupado demais comendo, que perdi o fio da meada.
Meu, isso foi tão...eu.
Eu costumo ser chato. Mas assim, foi uma ceninha ridícula que eu poderia ter passado sem. Nem o garçom, nem o namorado dela tinham culpa de não possuirem o tal pão das arábias (oh!).
Aff...como as pessoas aguentam? Como as pessoas aguentam a mim??
Oh Jesus Christ!
Mudando de asunto.
Hoje é sexta-a!
Não completamente sexta, mas ainda assim sexta (é que eu trabalho de sábado).
Amanhã é dia de farrear.
Logo, provavelmente segunda eu virá com alguma história cabulosa.
Refletindo: Caralho, será que alguém já ficou assim, revoltadinho com alguma sandice minha?
11 de mar. de 2009
Hello Strange!
Espaço Próprio para praguejos.
Praguejar é uma arte.
Que só pessoas com espírito praguejento podem executar.
Espiríto velho? Talvez.
Letis gou praguejar, galere.
Estranho.
É estranho pensar que mesmo sendo todos nós (humanos) da mesma espécie, ainda assim somos estranhos uns aos outros.
Sei que sou uma representação do estranho.
Todas as vezes quando ando na rua, me deparo com olhares tortos sobre a minha pessoa.
Sabe quando você olha para alguém te olhando e rapidamente a mesma desvia o olhar, mas que rapidamente volta a te observar? Então...isso SEMPRE me acontece. Ok...eu sou até bonitinho, dependendo do ponto de vista, tem pessoas muito mais feias do que eu. Logo, penso: com certeza não estão me secando devido a minha beleza exótica (oh!). Deve ser minha cara amarrada que chama atenção. Ou os piercings tortos no meio da cara, ou meu pássaro tatuado no braço - que é comparado lado a lado com tatuagens feitas em presídios.
Ou sei lá...talvez seja pretenção demais pensar que sou bonito a tal ponto de me secarem.
Não sei...alguma coisa tem.
Mudando de assunto.
Hoje o mundo virou a cara pra mim. E eu pra ele.
Eu levantei já pensando na hora em que eu voltaria pra cama de novo. Até pensei em fazer alguma pra espantar o mau-humor...tipo, me masturbar, ou comer até vomitar no chão da cozinha, ou de repente comprar uma garrafa de cerveja e beber no lugar do café da manhã.
Mas decidi que eu conseguiria vencer essa peleja travada do dia. Sim, o mau humor.
Ok...tudo conspirava para um dia ruim. Saí de casa pra me arrastar rumo ao meu trabalho (substitua a palavra trabalho por calvário), e logo de cara percebi que serenava. Porra! SERENAVA. Poderia chover ou não chover. Deus tem essas duas opções. Ou fode de vez minha vida fazendo chover um temporal. Ou então ele poderia ter me dado um sol agradável e me deixar (um pouco) feliz. Mas não...até parece que ia dar certo.
Enfim..caminhei alguns poucos metros até o ponto de ônibus tomar minha lotação (de merda - a qual sempre sai cheia), qual foi minha surpresa quando entrei na dita cuja e percebi que tinha seis lugares. Isso mesmo SEIS lugares. Ok, continuei de cara feia. Até o momento em que a lotação começou a encher e acabar com o meu (pouco) juízo restante. E não foi só isso. Eis que do nada me surge uma velha. Velha crente pelo jeito. Com uma bolsa que parecia estar cheia de bosta, tamanha a dimensão exagerada da mesma. Pior, batendo na minha cara (que estava humildemente sentado). Mas todos que me conhecem sabe que eu sou do tipo desagradável...daqueles que suportam uma bolsa batendo na cara, mas de jeito nenhum se oferecem para segurar a merda da bolsa.
...
Ignorando todos esses fatos e realmente me esforçando pra ficar bem...entro no metrô e me deparo com uma mulher se maquiando de pé no metrô. Caralho! ela se maquiava em pé! que inferno.
Essas pessoas toscas me irritam e como o propósito desse blog é praguejar...seja bem vindo às minhas praguejações (isso existe).
E o dia ainda nem acabou ( e está bem longe de acabar)...eu posso matar. Eu bato viu?
Praguejar é uma arte.
Que só pessoas com espírito praguejento podem executar.
Espiríto velho? Talvez.
Letis gou praguejar, galere.
Estranho.
É estranho pensar que mesmo sendo todos nós (humanos) da mesma espécie, ainda assim somos estranhos uns aos outros.
Sei que sou uma representação do estranho.
Todas as vezes quando ando na rua, me deparo com olhares tortos sobre a minha pessoa.
Sabe quando você olha para alguém te olhando e rapidamente a mesma desvia o olhar, mas que rapidamente volta a te observar? Então...isso SEMPRE me acontece. Ok...eu sou até bonitinho, dependendo do ponto de vista, tem pessoas muito mais feias do que eu. Logo, penso: com certeza não estão me secando devido a minha beleza exótica (oh!). Deve ser minha cara amarrada que chama atenção. Ou os piercings tortos no meio da cara, ou meu pássaro tatuado no braço - que é comparado lado a lado com tatuagens feitas em presídios.
Ou sei lá...talvez seja pretenção demais pensar que sou bonito a tal ponto de me secarem.
Não sei...alguma coisa tem.
Mudando de assunto.
Hoje o mundo virou a cara pra mim. E eu pra ele.
Eu levantei já pensando na hora em que eu voltaria pra cama de novo. Até pensei em fazer alguma pra espantar o mau-humor...tipo, me masturbar, ou comer até vomitar no chão da cozinha, ou de repente comprar uma garrafa de cerveja e beber no lugar do café da manhã.
Mas decidi que eu conseguiria vencer essa peleja travada do dia. Sim, o mau humor.
Ok...tudo conspirava para um dia ruim. Saí de casa pra me arrastar rumo ao meu trabalho (substitua a palavra trabalho por calvário), e logo de cara percebi que serenava. Porra! SERENAVA. Poderia chover ou não chover. Deus tem essas duas opções. Ou fode de vez minha vida fazendo chover um temporal. Ou então ele poderia ter me dado um sol agradável e me deixar (um pouco) feliz. Mas não...até parece que ia dar certo.
Enfim..caminhei alguns poucos metros até o ponto de ônibus tomar minha lotação (de merda - a qual sempre sai cheia), qual foi minha surpresa quando entrei na dita cuja e percebi que tinha seis lugares. Isso mesmo SEIS lugares. Ok, continuei de cara feia. Até o momento em que a lotação começou a encher e acabar com o meu (pouco) juízo restante. E não foi só isso. Eis que do nada me surge uma velha. Velha crente pelo jeito. Com uma bolsa que parecia estar cheia de bosta, tamanha a dimensão exagerada da mesma. Pior, batendo na minha cara (que estava humildemente sentado). Mas todos que me conhecem sabe que eu sou do tipo desagradável...daqueles que suportam uma bolsa batendo na cara, mas de jeito nenhum se oferecem para segurar a merda da bolsa.
...
Ignorando todos esses fatos e realmente me esforçando pra ficar bem...entro no metrô e me deparo com uma mulher se maquiando de pé no metrô. Caralho! ela se maquiava em pé! que inferno.
Essas pessoas toscas me irritam e como o propósito desse blog é praguejar...seja bem vindo às minhas praguejações (isso existe).
E o dia ainda nem acabou ( e está bem longe de acabar)...eu posso matar. Eu bato viu?
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