Ontem estava conversando com uma amiga (Mariana N.) a respeito de como somos esquisitos. Ela anda rebolando de gorda (palavras dela), eu ando me balançando pros lados como uma criançã autista e sem baçançar os braços.
Quando vamos à baladas, só dançamos sob o efeito de ácool. Danças estranhas.
Certo dia, eu estava feliz. Não aquela felicidade normal, que você apenas sorri. Sim, aquela felicidade louca, doentia e necessitada de loucurinhas. Resolvi que eu seria o rockstar aquela noite. Liguei o som em um volume bem alto para umas 23:00 da noite e me coloquei a fazer performances (tenho tudo gravado no meu celular).
Quando vejo aquilo, sinto pena.
Imagino essa imagem numa balada, cheia de gente descolada, bonita e hypada.
E essa minha imagem lá no meio. Dançando sozinho.
Inspiro pena.
Prafraseando a Mari N.: "Nessas horas sinto vontade de me abraçar...inspiramos pena".
2 comentários:
Ainda bem que, pelo menos, vocês tem vida social. Eu não tenho tempo nem pra pagar mico ....
É... a gente inspira dó.
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